SUDANO LANÇA “TUDO QUE NÃO SOMOS” EM TODOS OS APLICATIVOS.

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Igor Sudano, mais conhecido como Sudano, é cantor, compositor, e reconhecido body piercing brasileiro. Natural de Niterói (RJ), o artista de 28 anos disponibiliza hoje seu novo single, “Tudo que Não Somos”.

A faixa chega em todas as lojas digitais através do selo Astronauta Discos, com edição musical da Warner Chappell e distribuição da Universal Music. A julgar pelo clipe, que sai pelo canal Astronauta VEVO, se percebe a chegada de um novo ídolo teen. Assista agora:

Depois de muito me permitir entender, me reconheci como não binário, agênero. Uma pessoa que não se vê nem como homem, nem como mulher. Um gênero neutro, que não se encaixa nos padrões vistos pela nossa sociedade, porém reconhecido e abraçado por muitas outras. O EP que será lançado em 2022 trará músicas inspiradas em todos os traumas que vivemos e todas as sombras que enfrentamos nesse mundo binário e hipócrita”, explica o artista.

Sudano traz de volta o clima de rock que o Brasil se esqueceu, a revolta que foi deixada de lado e que nos lembra dádiva, que é uma só e precisamos aproveitar ao máximo. Podemos perceber um clima meio Suzi Quatro, uma androginia rock meio David Bowie, questionamento extraído da Geração Pitty, que inclui influências de Fresno, Charlie Brown, das bandas emocores e até um pé na Rita Lee mais radical, dos anos 70. Fora isso, Sudano se colocar publicamente como um ser humano agênero levanta um tema relevante e atual, muito discutido pelos adolescentes, e que deve ser debatido pela sociedade”, conclui o diretor Leonardo Rivera, que este mês de novembro comemora os 22 anos de existência do seu selo, com lançamentos como este – que apontam para o futuro e celebram as suas atividades ininterruptas da etiqueta, que em mais de duas décadas sempre se preocupou com a profissionalização de novos artistas.

Sudano já tem muita história de luta pra contar e teve que correr atrás de seus sonhos e desejos desde cedo. Compositor e cantor desde os 10 anos de idade, acredita estar “vindo para abrir sua mente e libertar seus corpos” ao ingressar profissionalmente na indústria fonográfica brasileira, desejo que cultiva há tempos.