Com lançamento em 15 de maio, álbum traz participações de Sheryl Crow, Bill Evans, H.E.R., Tom Morello, Graham Nash e Benmont Tench
O single “Buried Treasure” já está disponível

Crédito: Lynn Goldsmith
O guitarrista vencedor do GRAMMY® e integrante do Rock & Roll Hall of Fame, Peter Frampton, lançará “Carry the Light”, seu primeiro álbum com material de rock totalmente inédito em 16 anos, no dia 15 de maio, via Ume. Coescrito e produzido com seu filho, Julian Frampton, o disco conta com as participações de Sheryl Crow, Bill Evans, H.E.R., Tom Morello, Graham Nash e Benmont Tench. “Carry the Light” será lançado em diversos formatos: CD, vinil. A pré-venda do álbum já está disponível na UMusic Store. Saiba mais AQUI.
“O álbum ‘Carry the Light’, um dos projetos mais prazerosos que já fiz, traz as minhas primeiras músicas nova em 16 anos. Nele, pude trabalhar com meu filho Julian Frampton, escrevendo e produzindo juntos. Essa é a primeira de muitas colaborações, tenho certeza”, disse Frampton.
Antes do lançamento, Frampton divulgou a nova faixa “Buried Treasure”, com o tecladista Benmont Tench, da banda Tom Petty & The Heartbreakers. A música é uma homenagem ao falecido Tom Petty e ao programa de rádio da SiriusXM de mesmo nome, que ele apresentou por 15 anos. A letra foi construída inteiramente com títulos de músicas de Petty. Frampton convidou pessoalmente Tench para adicionar seu estilo característico à faixa. Ouça AQUI.
Para Frampton, “Carry the Light” reflete o presente, ancorado nos desafios, mudanças e conexões dos últimos anos. O título representa propósito: para ele, a “luz” simboliza sabedoria, algo a ser levado adiante. No centro, o álbum é profundamente pessoal, fruto, em grande parte, da experiência de criá-lo ao lado do filho. “Este pode ser o melhor álbum que o Peter já fez”, disse o engenheiro e coprodutor Chuck Ainlay. “As músicas são muito marcantes, e a voz dele amadureceu de uma forma que transmite exatamente o que ele quer expressar.”
Frampton é acompanhado por um verdadeiro time de estrelas: Sheryl Crow divide os vocais em “Breaking the Mold”; Bill Evans toca saxofone em “Can You Take Me There” e “Tinderbox”; H.E.R. troca linhas de guitarra na instrumental “Islamorada”; Tom Morello traz sua intensidade para a faixa de protesto “Lions at the Gate”; Graham Nash contribui com harmonias em “I’m Sorry Elle”; e Benmont Tench adiciona teclados em “Buried Treasure”. Todos os convidados aceitaram prontamente participar do projeto, colaborando com um artista que há mais de seis décadas espalha boa música e energia positiva pelo mundo.
No início deste ano, Frampton celebrou os 50 anos de seu álbum icônico “Frampton Comes Alive”. Lançado originalmente em 1976, o disco se tornou um fenômeno cultural e segue como um dos álbuns ao vivo mais vendidos de todos os tempos, com quase 20 milhões de cópias vendidas no mundo. Para comemorar, foi lançada uma edição especial em vinil do álbum via A&M/UMe, com master original de 1975.
Ao longo de mais de seis décadas de carreira, Peter Frampton se consolidou como um dos guitarristas mais celebrados da história do rock. Em 2007, ganhou um GRAMMY® de Melhor Álbum Instrumental Pop por “Fingerprints”; em 2014, entrou para o Musicians Hall of Fame; e, em 2019, recebeu o Les Paul Innovation Award.
Em 2020, Frampton foi incluído no GRAMMY® Hall of Fame, lançou sua autobiografia “Do You Feel Like I Do?: A Memoir”, que entrou na lista de best-sellers do The New York Times, e participou do álbum “Rockstar”, de Dolly Parton, sendo o único artista presente em duas faixas.
Em 2023, lançou o box “Frampton@50”, com edições em vinil de álbuns clássicos; recebeu o prêmio Heroes in the Fight, da The Myositis Association; e lançou um álbum ao vivo gravado no Royal Albert Hall.
Em 2024, recebeu o Les Paul Spirit Award no Gibson Garage Nashville; entrou para o Rock & Roll Hall of Fame; e encerrou uma grande turnê antes de retornar ao estúdio para gravar “Carry the Light”.