Thiago Thomé lança seu novo álbum “MANUAL PARA CONTINUAR VIVENDO”

Cantor, compositor, ator e escritor, o multifacetado artista carioca Thiago Thomé apresenta seu novo álbum, “MANUAL PARA CONTINUAR VIVENDO”, que visa abraçar quem está do outro lado do fone. O projeto é um pequeno convite emocional em forma de canções, que pretende guiar para um respirar mais fundo, desligar dos barulhos e lembrar que a vida, apesar dos tropeços, ainda vale, no mínimo, o refrão!

Cada faixa vem como um capítulo deste manual. Thiago conta com Léo Mucuri em mais essa produção musical e com Adriana Milagres, na direção geral e artística.

• Thomé, com sua trajetória que abrange desde a música até o teatro, TV e cinema, vem conquistando o público por sua habilidade de transitar entre diferentes linguagens artísticas. Não bastasse ter feito shows pelo Brasil inteiro com sua antiga banda Funk Samba Club, também já levou seu talento a países como África do Sul, Equador e Inglaterra, onde se destacou-se na abertura da Copa de 2014, ITV.

• Como compositor, Thomé já foi gravado por Xande de Pilares, Zeca Pagodinho, Jamz, Ivete Sangalo, Belo, Thiaguinho, Bom Gosto…

• Na dramaturgia, emendou novelas na Globo, “Novo Mundo” (2017), “O Outro Lado do Paraíso” (2018) e “A dona do pedaço” (2019). Em 2021/2022, dedicou-se à gravação das séries “Arcanjo Renegado” (2ª temporada) e “A Divisão” (Globoplay), e do longa “Os Enforcados”, da Globo Filmes.

• Em 2024, esteve no filme francês “Kali”, seu primeiro longa de produção internacional, e na novela “Família é Tudo”. Em 2025, esteve em “Encantados” (3ª temporada), “A Divisão” (4ª temporada) e no longa “Enforcados” e na série “Os Donos do Jogo” (1ª temporada).

• No teatro, Thiago já fez 10 peças, entre elas “É samba na veia é Candeia”, que foi vencedora do prêmio Shell. Em 2024, fez, no Rio de Janeiro, “O homem que esqueceu a própria música – uma autobiografia inventada” e, em 2025, fez seis personagens em “Jovelina, a pérola negra do samba”.

• Como escritor, ele destacou-se no seu primeiro livro “E se desse para DENEGRIR”, que ficou entre os selecionados para o Prêmio Jabuti. Em 2026, lança dois novos livros.

• Na música, em 2023, Thomé lançou seu álbum autoral: “Para Pretos, Pardos e Simpatizantes”, com feat. MV Bill em “Brilha comigo” e Denny Denan, da Timbalada, em “Alegria de Erê”. Seus repertórios destacam: Matrizes Africanas, Antirracismo, Amor Preto, Afrocentrismo etc. Em 2024, lançou “Encantado” com a faixa “Ogumtech”, com feat. Jorge Aragão e Xande de Pilares. Esses dois álbuns lançados pela Universal Music Brasil, tem produção musical de Léo Mucuri e direção artística de Adriana Milagres.

• Nos palcos musicais, os principais projetos lançados: show “Encantado” com uma superbanda gravado, pela CultNe TV, no Teatro Rival (RJ), no final de 2024; “Samba de Erê”, uma roda de samba e no formato voz e violão, “AfroDiálogos”; sempre conectando as músicas de seus álbuns autoraisao universo da Música Preta Brasileira: de Jovelina à Luedji Luna; de Jorge Aragão a Baco Exu do Blues; de Racionais MC´s a Emicida; de Alcione a Liniker; de Bob Marley a Natiruts; entrelaçando, assim, os clássicos do gênero. Tudo isso sob a direção geral e artística de Adriana Milagres (Nega Produções).

• Em 2025, Thiago abriu o ano no clima do Carnaval, representando o orixá Logun-Edé, enredo da Unidos da Tijuca, e com uma temporada do talk show “Thomé no Meza”, junto de Andressa Cabral e novamente sob a direção de Adriana Milagres. Ele ainda lançou “Raro 92”, mais que um álbum, é um relicário sonoro de afetos – retrato íntimo da chegada do filho -, é espelho da paternidade apaixonada pela BA. (Universal Music Brasil)

• Agora, em 2026, ele apresenta o disco que, não por acaso, se chama “MANUAL PARA CONTINUAR VIVENDO” e não promete respostas prontas. Ele se oferece como companhia, por isso fala de tropeços, afetos, espiritualidade, amores imperfeitos, redes sociais, saudade, fé e recomeço, sempre com linguagem simples, brasileira, direta e profundamente humana. É um álbum que, mesmo considerando que viver é difícil, ressalta o quanto também é bonito. Que ninguém tem manual, mas que a música pode ser um bom mapa. É para ouvir com calma, para cantar junto, para lembrar que, apesar de tudo… a gente continua. E viver sempre vale – e muito – a pena!