“FUDGE” é o álbum mais livre e instintivo da carreira de Michael Kiwanuka. Vibrante e profundamente humano, é um disco moldado pela espontaneidade, pela emoção e pelo prazer de criar. Descontraído, cheio de alma e pulsante, traz aquela magia que só acontece quando a gente se deixa levar pelo processo.
O álbum foi inspirado pelas palavras encorajadoras do saudoso tecladista americano Chick Corea (1941-2021). Durante o confinamento da pandemia, Michael encontrou por acaso uma entrevista com o mestre do jazz, que o incentivava a se dedicar ao que amava sem se preocupar com o que os outros poderiam pensar.
A capa, criada pelo colaborador visual Stevie Gee, amigo de Michael, é repleta de cores e personalidade. Com inspiração psicodélica e traços de desenho animado, ela reflete perfeitamente o calor e o encanto do álbum. A versão digital já está disponível, e a edição em LP duplo está em pré-venda na UMusic Store .
“FUDGE” foi gravado no sul da Inglaterra, mas seu lançamento foi adiado por quase um ano, em função dos problemas de saúde que Michael enfrentava. Ele falou abertamente sobre isso com os fãs nas redes sociais. Leia aqui para saber mais.
O disco também marca uma mudança nos créditos de produção, pela primeira vez desde o álbum de estreia de Michael, “Home Again”, lançado em 2012. Desta vez, em vez de trabalhar ao lado de seus colaboradores de longa data Danger Mouse e Inflo, o próprio artista assumiu a produção. Para concluir o álbum, ele levou as gravações iniciais ao produtor Dom Monks (Laura Marling, Big Thief) e a sua colaboradora de longa data Rosie Danvers, que assina os arranjos de cordas.